O NOVO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA: DONALD TRUMP PDF Imprimir E-mail
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 Existem várias revistas, jornais e sites católicos, que tratam de analisar e comentar sobre os acontecimentos políticos nacionais e internacionais. O nosso site não tem este objetivo; o nosso objetivo é dar espaço à espiritualidade, em geral, e mariana, em particular.

 Eu senti, porém, que seria justo e honesto dar um foco às eleições norte-americanas, que mostraram um rosto dos EUA, desconhecido para nós.

 As restritas e poderosas lobbies dos Estados Unidos da América, não apenas durante esta campanha para as eleições presidenciais, apresentaram a Hillary Clinton como se fosse o presidente ideal para a República Americana de Sodoma e Gomorra: Patrocinadora de qualquer tipo de profissão gay, de cada homossexualismo, de cada genderismo, de cada abortismo, para seguir depois com os casamentos entre casais do mesmo sexo, a adoção de crianças por casais gays, ventres de aluguel e assim por diante.

Trump-Hillary Durante a campanha eleitoral, a senhora Clinton, para agradar estas pessoas, que acabaram por ser, no final, apenas um punhado de eleitores — embora barulhento, cheio de dinheiro e muito representados pela mídia — disse:

"Os códigos culturais profundamente enraizados, as crenças religiosas e as fobias estruturais precisam ser modificadas. Os governos precisam recorrer a medidas coercitivas para redefinir os dogmas religiosos tradicionais".

 Em outras palavras, a senhora Hillary Clinton, para agradar o feliz exército de homossexuais, vestidas como fadinhas na parada do orgulho gay de San Francisco, garantiu que procuraria banir, por exemplo, aquele "homofóbico perigoso" do Beato Apóstolo Paulo, que se atreve a dizer:

"Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem ladrões herdarão o reino de Deus" (ICor 6,9-10).

 Enquanto isso, Donald Trump foi apresentado como um homem grosso — e sem dúvida o é — como machista, racista, e assim por diante. Mas, o que na verdade não se entende, é o motivo pelo qual Donald Trump, que teve três esposas, dá escândalo, enquanto não se levanta nenhum escândalo pelos gays praticantes, que tem muitas experiências e com muitos homens diferentes.

 A esse respeito, depois das injurias de "racista" e "homofóbico", a eleição de Donald Trump mostra-nos que o povo soberano, chamado às urnas para votar, o elegeu para a presidência dos Estados Unidos da América, dando prova de que eles, embora pressionados por estas raizes ideológicas, não se deixaram intimidar pelas suas tentativas de impor os seus pensamentos. O povo não acreditou e não foi, logicamente, o sentimento deles.

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 Os eleitores têm mostrado claramente não gostar do triunfo de gays, que tentam demonstrar a sua apoteose, nos grandes “gay pride parades” americanas.

 Um povo ao qual não foi dada a possibilidade de falar ou de se exprimir claramente, através da imprensa e da televisão, nas mãos dos poucos facinorosos “clintianos”, onde desde os líderes até os faxineiros e os limpadores de vidros são “mercadoria” das todo-poderosas lobbies, mas que permanecem numericamente compostas por um punhado de moscas ideologizadas, cheias de dinheiro e colocadas há muito tempo nos corredores do poder; porém com a capacidade de expressar nas urnas um único voto: o seu.

  Por favor, não me interpretem mal, não sou eu quem diz estas coisas, porque as dizem, e sobretudo as mostram claramente, os fatos reais: os resultados das eleições para a Presidência dos Estados Unidos da América. E, como sabemos, nas eleição ganha a maioria.

 Nos sistemas liberal-democráticos existe "infelizmente" esta grande desvantagem: o direito de voto, um problema muito chato para as minorias homossexuais-lésbicas; por isso, não se pode excluir a priori que esta possibilidade do voto seja eliminada, de modo que a perversão sócio-política dos lobbistas possa finalmente inaugurar a estação da democracia sem liberdade, entregando-nos permanentemente nas mãos dos Big Brothers gays-lésbicos, que darão, na abertura da futura Carta Constitucional Americana, o primeiro e inatingível item: "Este país é uma república democrática fundada no gender e na sodomia".
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